Atualidade
Melhores de Bordeaux 2009
René Gabriel é considerado o papa do vinho na Suíça, sendo um dos mais importantes conhecedores europeus, do mundo do vinho. Em tour por Bordeaux degustou mais de 500 amostras e cerca de 300 vinhos, indicando os melhores para a safra 2009 naquela região. Vamos àqueles que obtiveram os 20 Pontos, máximo para Gabriel.
20/20 Cos d' Estournel St. Estephe ,
20/20 Montrose St. Estephe
20/20 Latour Pauillac,
20/20 Mouton Rothschild Pauillac ,
20/20 St. Julien Beaucaillou Ducru ,
20/20 St. Julien Leoville -Las- Cases,
20/20 Margaux Margaux,
20/20 Palmer Margaux
20/20 St. Emilion Ausone
20/20 Cheval Blanc St. Emilion
20/20 Pomerol Gazin
20/20 Pomerol Hosana,
20/20 Petrus Pomerol ,
20/20 Yquem Sauternes ,
20/20 Guiraud Sauternes ,
20/20 Sauternes Suduiraut
Um sonho para o confrade Edilberto
Melhores de Bordeaux 2009
Glossário de Vinhos: Sur Lies
Sur lies significa "sobre lias" em francês. Lias são as leveduras mortas do vinho, também chamadas de borra.
O contato com as leveduras mortas, ou permanência do vinho sur lies, gera um produto com aromas mais complexos e também mais estrutura e maciez na boca, devido à autólise (auto-rompimento da célula através de ação enzimática) das leveduras.
A autólise gera a formação de diversasAlexandre
Glossário de Vinhos: Método Champenoise ou tradicional
Crédito: Danna Navaes
Este é o método através do qual são elaborados os grandes vinhos espumantes em todo o mundo, inclusive os Champagne que deram origem ao nome e ao método em si.
Criado na região de Champagne, o método tradicional consiste na realização da segunda fermentação do espumante na própria garrafa.
Na primeira fermentação (alcoólica) o processo ocorre como em um vinho normal, emAlexandre
DESVENTURAS RUMO À CHAMPAGNE
Não é de hoje que as casas produtoras, do mais admirado espumante do mundo, o Champagne, fascinam a todos.
Desde a época quase poética, quando Madame Clicquot ainda era casada e não viúva, quando a Chandon era apreciada e sorvida aos borbotões por Napoleão e Dercy Gonçalves era viva e virgem, até hoje, as casas de Champagne criaram e souberam manter uma áurea de glamour e elitismo.
Infelizmente, ás vezes, o que era para ser glamour, diferencial, transmuta-se em soberba.
Montando um roteiro para uma viagem à França, este simplório blogueiro achou interessante incluir no mesmo uma visita a alguma ou algumas casas de Champagne.
Bem, e-mail pra lá, e- mail pra cá, mais um mix de dicas de amigos, este decide incluir uma renomada e exclusiva casa (sem citar o nome). Obs: Não é a Clicqot, nem a Chandon.
Aqui começam as desventuras. Recebida informação de que tal casa não recebe turistas que simplesmente batem à sua porta, fora preparado um cordial e-mail, solicitando uma visitação às instalações, e se possível aos vinhedos.
Com ajuda de amigos, já que este infeliz não domina a língua de Molière, foi redigido o pedido. Agora era só esperar pela resposta e tudo estaria resolvido.
Simples assim.
Belo dia. Uma resposta da na caixa de e-mails. Nossa quanta presteza. E esse povo dizendo por aí que francês é arrogante e coisa e tal. Quanta injustiça.
Aberto e lido o e-mail, a bomba. Era algo, não literalmente, mas mais ou menos assim: “Sr. Se deseja alguma informação, que seja escrito em linguagem inteligível. A língua francesa não é para ser ultrajada. Escreva em uma língua que conheça “. Que tapa na cara.
E agora, estava ruim o texto? Bato nos meus amigos? Processo a Google pelo seu Google tradutor? Não, resolvi escrever na língua de Shakespeare, nesta saberia expressar-me corretamente. Língua quase universal, esta sim ajudar-me-ia.
Dito e feito. Lá foi outro e-mail. Agora era só aguardar. Já me via dentro da vinícola, conversando, quem sabe, com um enólogo da casa.
O tempo passava, passava, mas a fé não esmorecia. Um dia: plim! Mensagem. Ahaa, devem ser notícias alissareiras. Agora eu conseguira, pensei.
Que tolinho. Aberto o e-mail, ao invés de um simples tapa na cara, veio um soco, nos córneos e no estômago.
O missivista avisava que, quando explicitou uma língua que conhecesse, refería-se a uma língua culta e não bárbara. Acho que ofendi a biba!
Diabos! Por que esse filhote de Asterix não avisou logo, que só servia francês.
Pronto. O meu francês não servia, não servia, qualquer, inglês. Como solicitaria uma visita? Será que a Carla Bruni intercederia?
Só me restava o português, mas como reagiria o missivista franco? Talvez para ele o português nem seja uma língua, mas sim um mero dialeto falado do outro lado do atlântico e, alí, no norte da África (Portugal).
Não tentei. Tive medo de a resposta vir junto a um golpe se Savate ou quem sabe ele tentaria fazer uma sabragem na minha cabeça. Não quis mais ofender, nem tomar o preciso tempo do francês.
Cognac. O nobre espírito do vinho.
Cognac, assim como Champagne, são Denominações de Origem, ou no bom francês: Appellation d'Origine Controlée. Isto significa que Cognac é o nome do local e da bebida procedente deste local, elaborada segundo regras pré-estabelecidas e certificada por lei.(author unknown)
Mulheres do vinho provam Bordeaux.
Ontem, 1º de setembro de 2010, o grupo BAQUIANAS, as mulheres do vinho de Natal, reuniram-se no Cook Luxo, Bistrô da talentosa Chef Nívea Pedrosa, para uma prova de vinhos de Bordeaux.(author unknown)
Petrus 1961 – Mais uma dica do Garagista
Christian Dalbavie esta oferecendo uma maravilha: seis (6) garrafas de Petrus 1961, para os seus clientes dos E.U.A
Eu não poderia encontrar uma fonte confiável de uma garrafa de Petrus de 1961. O vendedor e o corretor da loja tem que ser muito profissional (expert) , para não ter risco de lidar com uma falsificação.
Parei há vários anos o comércio de vinhos velhos, uma área que é perigosa, muito visada , com o risco de ser falso. E também tão arriscado financeiramente...
Então, prefiro perder o negócio, prefiro evitar as armadilhas destes vinhos falsificados e deixo este setor a especialistas e colecionadores. Mas se por um mero acaso você sabe de 6 ou mais garrafas de fé, não tem problema, eu concordo em fazer o meu trabalho com alegria (e cuidado!).
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Degustação Grandes Vinhos de Bordeaux Margem Direita - VAM 2010
No Vamos à Montanha 2010, esta degustação de grandes vinhos de Saint-Emilion e do Pomerol (Margem direita de Bordeaux), onde reinam a Merlot e a Cabernet Franc, foi realmente de tirar o fôlego. Foram 9 vinhos de primeira grandeza da região, teve até Pétrus! Vejam a descrição dos vinhos nas palavras de Luiz Otávio (um dos felizardos participantes...):VAM2010- Degustação de Bordeaux- Saint-Emilion e Pomerol.Palestrante: Rodrigo FonsecaVinhos apresentados:1- Le Dôme 2005 - AOC Saint-Emilion Grand CruProdutor- Château Teyssier ( Jonathan Maltus)- Saint-Emilion- Bordeaux- FrançaCastas- 75% Cabernet Franc e 25% Merlot – vinhedo LanguiteyTeor alcoólico- 14%Amadurecimento- 14 a 18 meses em barricas novas de carvalho Francês.Preço- R$ 1.230,00- Premium WinesServiço- Decantado por duas horas e servido a 18º CGrande vinho, muito novo, com grande estrutura para evoluir bem.2- La Mondotte 2004- AOC Saint-EmilionProdutor- Comtes de Neipperg- Saint-Emilion- Bordeaux- França.Castas- 80% Merlot e 20% Cabernet FrancTeor alcoólico- 14%Amadurecimento- 18 meses em barricas novas de carvalho Francês.Preço- R$ 970,00Serviço- Decantado por duas horas e servido a 18º CSe no inicio estava bom, não evolui bem em taça, ficando arestado, alcoólico e meio enjoado.3- Château Pavie 2003- AOC Premier Grand Cru Classé Saint-EmilionProdutor- Château Pavie- Saint-Emilion- Bordeaux- França.Castas- 60% Merlot, 30% Cabernet Franc e 10% Cabernet SauvignonTeor alcoólico- 14%Amadurecimento- 18 a 24 meses em barricas novas de carvalho Francês.Preço- R$ 1.050,00Serviço- Decantado por duas horas e servido a 18º CGrande vinho, o que provamos não correspondeu nem ao que a Jancis e nem ao que o Parker descreveram; um vinho elegante, harmonico, com as frutas e madeira bem integrada.Pode se dizer que o Parker chutou certo na evolução do mesmo, e que a Jancis avaliou uma má garrafa. Na verdade as descrições dos vinhos colocadas, não corresponderam em quase nada na serie de vinhos que provamos.4- Château L’Evangile 2002- AOC PomerolProdutor- Château L’Evangile (Rothschild)- Pomerol- Bordeaux- França.Castas- 80% Merlot e 20% Cabernet FrancTeor alcoólico- 13,5%Amadurecimento- 18 meses em barricas de carvalho Francês (70% novas)Preço- R$ 750,00Serviço- Decantado por uma hora e servido a 18º CGrande vinho, meu segundo preferido, e isto numa safra não tão boa.5- Château Lafleur 2001- AOC PomerolProdutor-Château Lafleur- Pomerol- Bordeaux- França.Castas- 50% Merlot e 50% Cabernet FrancTeor alcoólico- 13,5%Amadurecimento- 18 meses em barricas de carvalho Francês (50% novas)Preço- R$ 2.700,00Serviço- Decantado por uma hora e servido a 18º CVinho soberbo, o melhor do painel sem duvidas, tudo que se espera de um grande Bordeaux.6- Vieux Château Certain 2000- AOC PomerolProdutor- Vieux Château Certain- Pomerol- Bordeaux- França.Castas- 75% Merlot, 20% Cabernet Franc e 5% Cabernet SauvignonTeor alcoólico- 13%Amadurecimento- 20 meses em barricas novas de carvalho Francês.Preço- R$ 1.200,00Serviço- Aberto uma hora antes e servido a 18º CNariz maravilhoso, pena que estava mais acanhado na boca, um pouco chato talvez.7- Château Trotanoy 1999- AOC PomerolProdutor- Château Trotanoy- Pomerol- Bordeaux- França.Castas- 90% Merlot e 10% Cabernet FrancTeor alcoólico- 13,5%Amadurecimento- 18 meses em barricas de carvalho (50% novas)Preço- R$ 600,00Serviço- Aberto meia hora antes e servido a 18º CMuito bom vinho, prontinho, em virtude do painel, ficou um pouco fora de destaque, mas é um vinho que se toma com prazer.8- Château Figeac 1990- AOC Premier Grand Cru Classé Saint-EmilionProdutor- Château-Figeac- Saint-Émilion- Bordeaux- França.Castas- 35% Cabernet Franc, 35% Cabernet Sauvignon e 30% MerlotTeor alcoólico- 13%Amadurecimento- 18 a 20 meses em barricas novas de carvalho Francês.Preço- R$ 1.500,00Serviço- Aberto na hora e servido a 18º CMuito bom nos seus 20 anos, perfeito no servir, na evolução de taça foi mostrando cansaço.9- Château Petrus 1975- AOC PomerolProdutor- Château Petrus- Pomerol- Bordeaux- Frnça.Castas- 95% Merlot e 5% Cabernet FrancTeor alcoólico- 12,5%Amadurecimento- 22 a 28 meses em barricas novas de carvalho Francês.Preço- R$ 12.000,00Serviço- Aberto na hora e servido a 18º CVinho controverso; alguns achando que estava levemente oxidado, outros que estava muito bom e era assim mesmo.Eu como nunca tinha provado um Petrus antes, não soube o que dizer; vou relatar as minhas impressões.A rolha saiu sem maiores problema; não estava ressecada, mas sim totalmente molhada, aonde se percebia que chegou a ter um pequenino vazamento; o liquido na garrafa esta no fim do gargalo e inicio do ombro da garrafa. A rolha tinha um aroma maravilhoso. Ao ser colocado na taça, a cor não estava tão viva e brilhante quanto ao Figeac. No nariz se percebia primeiro as leve notas de oxidação, com o passar do tempo, foi mudando, abrindo um pouco e começando a parecer os aromas terciários e no fim uma leve fruta. Na boca estava melhor, ainda com acidez, taninos, frutas e empireumáticos e uma persistencia excelente, mas não era aquela elegancia, virilidade, complexidade que eu esperava no Petrus. Uns mencionaram que o Petrus é uma explosão de vivacidade, virilidade, potencia, exuberancia; uma mão de ferro em luvas de pelica; outros que já fizeram vertical dele, que ele é assim mesmo. Fiquei mais confuso ainda. Eu ainda insisti com o meu, deixei mais uma meia hora na taça; ele foi mudando devagar, melhorando um pouquinho (ou será que era a torcida minha), mas não me empolgou. Vou ter de esperar outra oportunidade para provar outro, por enquanto prefiro ficar com o L'Evangile 2002, para mim o melhor custo beneficio deste painel; isto é, se tivesse dinheiro o Lafleur 2001 seria o melhor custo beneficio.![]()
Concurso oferece viagem ao Sul da França
Sud de France e ABS Rio realizam o concurso Sommelier Expert em Sul da França. O prêmio é uma viagem à França em 2011, com direito a um curso de especialização sobre os vinhos do Languedoc Roussilon. Este será realizado em Montpellier e participarão os sommeliers vencedores de diversos países. Haverá visitas a vinhedos e châteaux. Passagem, hospedagem, alimentação e o curso são por conta de Sud de France.
A prova escrita e a oral serão realizadas no final se detembro. A premiação será realizada na abertura do IV Festival Sud de France, dia 2 de outubro, no Sofitel Rio.
Hoje o enólogo Laurent Mingaud, da Aimery Sieur d'Arques, faz duas palestras na ABS Rio, sobre os vinhos de Limoux, região conhecida por seus espumantes e vinhos da casta chardonnay, que é um dos temas da prova. A primeira é às 15:00 horas e a segunda às 19:30 horas, na Praia do Flamengo, 66 Bloco 2 Sala 311, seguida de degustação. Não perca.
laurent mingaud
Agenda do candidato:
Inscrição: de 1 a 17 de Setembro
- 28 de Setembro: realização da prova escrita
- 30 de sebembro: divulgação do resultado da prova escrita
- 1º de Outubro: realização da prova oral
- 1 de Outubro: divulgação do resultado final(author unknown)
Costevence 2008, um rosé de personalidade
Prometo que da próxima vez faço a foto com a garrafa ainda cheiaAntes tarde do que nunca! O vinho consumido no final de semana que gostaria de destacar aqui é um rosé da Provença. Eu sei: os rosés, de forma geral, já são vistos com certa desconfiança por alguns enófilos. Os da Provença, então, nem se fala. Por lá a tradição nesse tipo de bebida é grande, o que seria um ponto positivo a favor do rótulo. No entanto, dentro do universo de vinhos franceses, eles são os mais desprezados, por serem ligeiros, leves, fáceis.
Se para você todo vinho deve ser acompanhado de meditação, esqueça este aqui. Mas se vinho por mera diversão faz a sua cabeça, procure o Costevence 2008 elaborado pela associação de produtores chamada Les Maîtres Vignerons de la Presqu’ile de Saint-Tropez. Algumas das características eu já adiantei acima. O rótulo fala em aroma frutado. De fato, estão lá. Mas confesso que achei mais interessantes os tons florais extraídos dessa mistura de 50% Grenache, 50% Cinsault. Os 13% de graduação alcoólica são adequados à leveza deste rótulo, que chegou a mim durante a ExpoVinis 2010.
O acompanhamento foi um salmão com ervas feito no forno, aspargos e arroz com leite de coco. A acidez do vinho conseguiu inclusive driblar o forte sabor dos aspargos, geralmente um vilão nas tentativas de harmonização. Mas digo que a situação ideal para o consumo nem seria na mesa de refeições, mas como passatempo para uma tarde quente. Estava curioso e não consegui esperar nem a primavera, quem dirá o verão. Mesmo assim, valeu a pena.
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Os 7 Grand Cru Chablis
Há sete oficialmente delimitada Grand Cru Climats , cobrindo uma área de 247 acres (100 ha), todas localizadas no sudoeste enfrentando uma colina sobranceira à cidade de Chablis em altitudes entre 490-660 pés (150-200 m) tros. Há uma vinha, La Moutonne, localizada nesta colina entre os vinhedos Grand Cru de Les Preuses Vaudésir e que é considerado um "não oficiais" Grand Cru e ela vai aparecer em rótulos de vinho . A Mesa Interprofissional des Vins de Bourgogne ( BIVB) não reconhece La Moutonne, mas os sete Grand Cru vinhas oficialmente reconhecido pelo INAO são (de noroeste para sudeste):
• Bougros,
• Les Preuses
• Vaudésir
• Grenouilles
• Valmur
• Les Clos
• Blanchot
Juntos, o Grand Cru conta vinha em torno de 3% de Chablis anual de produção anual.
O acontecimento mais significativo recentes ocorreram em Chablis é a formação de L'Union des Grands Crus de Chablis (IGCU). Lançado em março de 2000, o sindicato é restrito a proprietários Grand Cru e foi constituída com um único propósito: "Para defender e promover a qualidade dos vinhos Chablis Grand Cru". Todos os membros (actualmente 18) são obrigadas a cumprir uma carta, que abrange todos os aspectos da produção de vinho e de vendas (por exemplo, a densidade das novas plantações, o que limita os rendimentos e as datas de venda). fabricantes Grand Cru devem apresentar os seus vinhos a uma comissão de prova de outros membros da União para que possam dar a qualidade exigida. Estas provas são realizados às cegas.![]()
UM PASSEIO PELO LOIRE – ANJOU-SAUMUR E SEU SINGULAR CHENIN BLANC
Nosso Citroën agora está mais a oeste, chegando perto do Atlântico. Em Pays de la Loire. A proximidade do Atlântico nos oferece outro clima, mais fresco no verão e um pouco menos rigoroso no inverno, ideal para a Chenin Blanc, que encontra em Savennères, vinhedo da foto, sua localização predileta, além, é claro de Vouvray, como vimos [...]alemdovinho
Manu Brandão na Portal dos Vinhos: Vinho e Arte
Caros leitores, neste post mostraremos um vídeo do sommelier Manu Brandão na Portal dos Vinhos. Ele falará sobre o quadro de Carl Laubin datado de 1988 na exposição Châteaux-Bordeaux (Les Grands Crus Classes Du Medoc en 1855). Este quadro retrata os grandes Châteaux de Bordeaux. Ele também conta sobre umas 500 garrafas com a denominação Pauillac- Médoc exclusivamente para o rei Dom Pedro, afim de manter relações diplomáticas com o Brasil.
Bem, vou deixar o Manu falar ...
Edição: Evandro Silva / Francisco Stredel
Fonte: Manu Brandão, apresentação sobre Bordeaux
(author unknown)
O aeroporto de Dubai bate recorde de venda duty-free de vinho
Uma loja de vinhos finos no Aeroporto de Dubai está reivindicando o recorde mundial depois que um cliente gastou um total de E.U. $ 107.000 em oito garrafas de vinho. O cliente fez a compra em uma visita ao Le Clos de vinho fino e espíritos boutique de luxo em Dubai o Terminal 3 do Aeroporto Internacional , em 22 de agosto. Quase duplicando o anterior recorde mundial para uma compra vinho único no varejo de viagem, o alarde incluído garrafas de 1947 e 1961 Château Pétrus , bem como uma magnum da safra 1959. A loja disse que o recorde foi um sinal de que a demanda por vinhos de alta gama foi crescendo novamente quase dois anos após o início da desaceleração econômica global.
Fonte: Decanter.com
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O que a safra pode lhe dizer?
“O ano em que as uvas viníferas são colhidas é conhecido como safra. Quase todos os vinhos apresentam o ano da safra, mas há exceções: vinhos que não dependem da safra, como a maioria dos Champagnes, dos vinhos do Porto e outros vinhos fortificados, são produzidos com uma mistura de uvas colhidas em dois ou mais anos para garantir sua consistência de ano para ano.
O gosto, a textura, a complexidade e a qualidade em geral de um vinho podem variar de ano a ano, dependendo do clima, da época de colheita das uvas, e assim por diante. Essas variações são marcantes em regiões vinhateiras onde o clima é irregular, como a Borgonha e Bordeaux, na França, a Alemanha, o Piemonte, no norte da Itália, e a Nova Zelândia. Contudo, em áreas quentes e ensolaradas como o sul da Itália, a Califórnia, grande parte da Austrália, África do Sul e Espanha, a consistência se conserva melhor de ano para ano e as datas das safras se tornam indicadores de qualidade menos importantes.
Não obstante, mesmo regiões com clima normalmente quente e estável são sujeitas ao mal tempo durante a época da colheita, e regiões quentes produzem, ocasionalmente, uma má safra.
Não há mais muita dúvida de que as regiões vinhateiras parecem estar ficando mais quentes, especialmente na Europa. Cientistas da Universidade de Bordeaux mapearam as datas anuais de floração das vinhas e descobriram que ela está ocorrendo, em média, uns 10 dias mais cedo do que há apenas dez anos. Isso significa que a vinha floresce mais cedo, amadurece mais cedo e promete uma safra precoce; e quanto mais cedo a vinha amadurecer, maiores são as chances de se realizar a colheita com tempo bom. Portanto, embora o aquecimento global não elimine as variações entre as safras, parece que realmente contribui para o aumento geral da qualidade da maioria das safras.
Outro fator que parece estar diminuindo a importância das safras é o uso de colheitadeiras mecânicas. Tais máquinas permitem que as uvas sejam recolhidas com mais rapidez (especialmente com mau tempo), embora muitos produtores de vinhos de alta qualidade não as vejam com bons olhos.
Embora pareça exagero, os vinhateiros gostam de dizer que não existem mais safras ruins; a verdade é que safras de péssima qualidade, como foi a de Bordeaux em 1972, são provavelmente coisa do passado.
Vinhos bons de área onde o clima pode mudar dramaticamente de um ano para outro (principalmente na Europa) apresentarão variações em profundidade e personalidade dependendo da safra, ou seja, a data da safra deve ser considerada. Ao escolher vinhos menos caros, contudo, o ano não será necessariamente um fator tão importante na sua decisão, pois as diferenças entre safras não serão tão significativas.
As tabelas de safras o ajudarão a escolher entre vinhos de datas diferentes, mas os critérios de definição dos melhores vinhos podem ser pessoais e não combinar com o seu gosto. E mais, ao comprar vinhos mais velhos, você poderá fazer bons negócios ao escolher safras que não foram tão valorizadas, como a de Bordeaux 1981, que foi totalmente obliterada pela resplandecente safra de 1982.”
Deixo a minha dúvida: em meio a uma quantidade tão abundante de rótulos, regiões e variedades viníferas, você habitualmente considera a safra antes de selecionar uma garrafa?
Fonte: Le Cordon Bleu, Vinhos.
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Morre o Dono do Château Figeac!
Hoje Saint Emilion amanheceu triste. Coisa rara na região!Era dia de se despedir de Thierry Manoncourt, que morreu aos 93 anos.Um personagem importante na história dos vinhos de Bordeaux.O proprietário do Château Figeac, já estava afastado do trabalho, que hoje está a cargo do seu genro, Eric d’Aramon.Thierry Manoncourt é reconhecido como um benemérito da região.Engenheiro agrônomo, vinificou com maestria meio século de colheitas em Figeac.Era um homem fino e extremamente gentil, que sempre primou pela qualidade dos vinhos.betoduarte66@terra.com.br (papo de vinho)
QUEM TEM MEDO DOS VINHOS FRANCESES?
Falando de França, alguns preconceitos devem ser vencidos. De que o francês, principalmente o parisiense é enjoado com os turistas. Se não falar francês, piora. De que o francês não toma banho regularmente e outras bobagens. De que vinho francês ou é muito bom e caro ou é muito ruim e barato. Todo o preconceito [...]alemdovinho02741300130484159901
Grands Crus Côte de Beaune
Bâtard- MontrachetBienvenues - Bâtard MontrachetCharlemagneChevalier MontrachetCortonCorton - CharlemagneCriots - Bâtard - MontrachetMontrachet
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Cognac, assim como Champagne, são Denominações de Origem, ou no bom francês: Appellation d'Origine Controlée. Isto significa que Cognac é o nome do local e da bebida procedente deste local, elaborada segundo regras pré-estabelecidas e certificada por lei.(author unknown)
Ontem, 1º de setembro de 2010, o grupo BAQUIANAS, as mulheres do vinho de Natal, reuniram-se no Cook Luxo, Bistrô da talentosa Chef Nívea Pedrosa, para uma prova de vinhos de Bordeaux.(author unknown) 











